terça-feira, 15 de outubro de 2013

Em regiões pobres, pais levam filhos à prostituição!



Incentivadas pelos pais, crianças e adolescentes sobem nos caminhões ou são levados a pequenas casas que servem de bordel improvisado nas localidades de postos de gasolina pelo país, para programas sexuais. O pagamento é feito aos adultos e varia entre R$ 0,50 e R$ 1,00. Nas cidades turísticas, empresários entregam a viajantes, logo no desembarque, álbuns com fotos de meninas e meninos também candidatos a exploração sexual. As formas de ação de violência e exploração sexual de crianças e adolescentes são inúmeras e, pelos cálculos da Organização das Nações Unidas (ONU), fazem pelo menos 100 mil vítimas entre crianças e adolescentes no País "É uma realidade que nos envergonha, mas somente será combatida quando todos os níveis de governo se empenharem", afirmou o secretário durante a celebração do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Para chamar a atenção sobre o problema, pelo menos 500 cidades organizaram manifestações ontem em todo o País. A meta do governo é erradicar o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes nos próximos quatro anos.
Pobreza extrema entre outros problemas socioculturais das regiões de risco onde a prostituição infantil é abundante, servem como ponto de partida para o chamado “Turismo Sexual”, crianças que desde cedo se veem obrigadas a sair e batalhas pela comida no seu prato, ou simplesmente pela própria prostituição em si estar empregnada na sociedade na qual a ou o individuo convive, sociedade essa que o obriga a vender seu corpo.


Assim, não se deve associar a prostituição infantil apenas à condição de pobreza da criança, mas sim considerar todas as possibilidades envolvidas na vida do jovem ou da jovem. Também para além da pobreza, o desenvolvimento de vícios por drogas conduzem essas crianças a uma situação deplorável e de extrema necessidade de cuidados especiais. Para atenderem às imposições da dependência química que as dominam, vendem seus corpos para conseguirem algum dinheiro para a compra de drogas (ou mesmo aceitam fazer programas tendo como pagamento a própria droga), vício do qual muitas vezes vem de casa, onde já possuem uma relação má com os pais ou tutores que por si só já são o mau exemplo.

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