A prostituição é uma palavra
que se insere na nossa cultura como um modo de vida associado a uma
profissão muito antiga, pois desde os primórdios ela já existia. Sabemos que
hoje vários perfis de indivíduos aderiram a essa cultura, que se consolidou do
nascimento das grandes metrópoles, do fortalecimento da classe dominante burguesa, onde se é
possível encontrar o modelo de família monogâmica, a relação de fidelidade como
prova de respeito e à sexualidade do casal que seria apenas utilizado para
transparecer o ideal de uma família normal para a sociedade em virtude do que
se estabelece como padrão.
De acordo com os aspectos
matrimoniais, o prazer seria minimizado e o respeito se sobressairia, a mesmice
se instalaria, o sexo seria algo privado e a sexualidade feminina da dona do
lar deixaria de ser vista, pelo fato dela estar agora inserida em um meio onde
os afazeres domésticos e os cuidados com a prole tomassem todo o seu tempo e
por isso a limitassem desses momentos com seu parceiro e marido. Nesse contexto a reprodução
passa a ser vista como um dever diante da igreja e da sociedade, não sendo mais algo prazeroso. O poder estaria com o parceiro e as questões morais também
seriam decididas por ele, o progenitor, enquanto a mulher seria a figura
submissa dessa relação e dos seus desejos.
Com o decorrer do tempo a
figura da mulher começa a ser notada, há uma revolução feminina: ela se torna
independente, sua capacidade de administrar um lar ultrapassa os padrões
antigos, ela demonstra suas habilidades em outras áreas, decide a hora de ter
filhos e de ter um ou mais parceiros. O casamento é agora uma das possibilidades
de formar uma família, não mais uma condição obrigatória, mas apenas uma escolha. O que se percebe é que para essa nova mulher a visão da sociedade não é mais importante e sim sua opção individual, desta
maneira, ela passa a conviver com a sociedade tradicional, aquela que vê a mulher como uma pessoa,
não mais como um objeto e isso se deve a sua conquista no espaço por direito.
A prostituição é uma palavra
que se insere na nossa cultura como um modo de vida associado a uma
profissão muito antiga, pois desde os primórdios ela já existia. Sabemos que
hoje vários perfis de indivíduos aderiram a essa cultura, que se consolidou do
nascimento das grandes metrópoles, do fortalecimento da classe dominante burguesa, onde se é
possível encontrar o modelo de família monogâmica, a relação de fidelidade como
prova de respeito e à sexualidade do casal que seria apenas utilizado para
transparecer o ideal de uma família normal para a sociedade em virtude do que
se estabelece como padrão.
De acordo com os aspectos
matrimoniais, o prazer seria minimizado e o respeito se sobressairia, a mesmice
se instalaria, o sexo seria algo privado e a sexualidade feminina da dona do
lar deixaria de ser vista, pelo fato dela estar agora inserida em um meio onde
os afazeres domésticos e os cuidados com a prole tomassem todo o seu tempo e
por isso a limitassem desses momentos com seu parceiro e marido. Nesse contexto a reprodução
passa a ser vista como um dever diante da igreja e da sociedade, não sendo mais algo prazeroso. O poder estaria com o parceiro e as questões morais também
seriam decididas por ele, o progenitor, enquanto a mulher seria a figura
submissa dessa relação e dos seus desejos.
Com o decorrer do tempo a
figura da mulher começa a ser notada, há uma revolução feminina: ela se torna
independente, sua capacidade de administrar um lar ultrapassa os padrões
antigos, ela demonstra suas habilidades em outras áreas, decide a hora de ter
filhos e de ter um ou mais parceiros. O casamento é agora uma das possibilidades
de formar uma família, não mais uma condição obrigatória, mas apenas uma escolha. O que se percebe é que para essa nova mulher a visão da sociedade não é mais importante e sim sua opção individual, desta
maneira, ela passa a conviver com a sociedade tradicional, aquela que vê a mulher como uma pessoa,
não mais como um objeto e isso se deve a sua conquista no espaço por direito.

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